“Bom dia Faces”
“Que dia lindo!”
“Adoro segunda feira!”
“Boa noite amigos!”
É verdade, não tem nada mais chato do que a maravilholândia das redes sociais, onde todos são felizes, têm uma vida cheia de programas legais, rodeados de amigos, da família, dos amores. Sim, sim, sim, o mundo virtual é lindio, como diriam os quatro rapazes de Liverpool, ops, ou seriam os quatro da Brasília Amarela?
Obviamente, todos nós temos em nossa rede de amigos aqueles que distoam, são os políticos (normalmente anti petistas) ou os deprimidos mesmo (ó dia, ó azar). Os posts são sempre fortes e apaixonados.
Eu dou uma boa variada na minha persona-social. Passei um bom tempo com uma fixação tremenda contra o Geraldo Alckmin. Nem eu me aguentava mais. Quanto à parte da depressão… Não tem muito jeito, eu não dou pra coisa. Agora, se eu olhar bem de perto os meus posts, vou enxergar uma vida bem bonita ali. É de mentira? Não, não é. Mas também não é de verdade.
E eu pergunto: alguém quer mesmo ver a verdade? Talvez alguns até queiram ver, mas mostrar, duvido bastante.
Quando vamos receber alguém em casa, nosso primeiro impulso não é deixar a casa arrumada, limpa e, se possível florida? O que é a minha vida exposta nas redes sociais, senão a minha sala de estar onde recebo amigos e conhecidos para um bate papo? Quem vai gostar de mim se a sala estiver um zona, meu cafe sem gosto e meu papo chato?
Outro dia ouvi o seguinte: “Meu bem, o mais importante na vida é colecionar amigos e bons momentos. Senão o seu velório vai ficar chato, vazio e sem assunto.”
Tem verdade mais nua e crua que essa?
Meus conselhos aos amargos de plantão: leiam a estória da Pollyana e aprendam o jogo do contente. Simplifiquem a vida.
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