Capotou?

foto da grazi

Rolei de rir. Ela não é linda? Não é boazinha demais, com aquele sotaquezinho do interior, aquele sorriso de moça boa…

Alguém aí duvida que a frase correta seria: “Capotou, sua @#%!”

Vamos combinar: não tem coisa mais gostosa do aquele momento desabafo, aquele em que a máscara e o bom mocismo podem desabar, em que um bom palavrão pode ser dito em alto e bom som!

Adoro um palavrãozinho! Eu não falava não. Nenhum. Era totalmente reprimida. Hoje eu falo e preciso me controlar às vezes.  Aprendi com uma grande professora de vida que me ensinou muita coisa, mas como falava palavrão! Eu morria de vergonha. Ela não tinha hora, nem lugar. Em reuniões de negócios, ocasiões formais ou informais. Todo mundo achava graça.

Já no meu caso, a palavra não cabia na minha boca, não tinha ritmo e era ofensiva quando eu dizia. Diferente de quando ela falava porque era só divertido, era só parte do contexto. Com o tempo fui amadurecendo e a convivência com outras pessoas também fez com que eu incorporasse vários palavrões ao meu vocabulário diário. Aí vem os filhos e, como em casa meu marido não fala palavrões, comecei a me segurar. Ah, como eu sinto falta.

Experimenta! Pensa naquela pessoa que te aporrinha diariamente e quando estiver sozinho, imagine-se frente a frente com a pessoa dizendo na cara dela : #@&%#@ !! Em alto e bom som. Repita de novo: #@&%#@!! Tem coisa melhor? Não se reprima. Só não vale ser como um amigo meu que quando quer xingar alguém, ele diz “Seu bobão!” (não, ele não tem 6 anos).

Exercite seu lado desbocado, mesmo que seja só para você.

É claro. Na frente dos outros, podemos fazer como a Grazi, com aquela carinha de anjo e perguntar: “Capotou?”

 


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