Me casei bem jovem. Foi planejado, sonhado, florido. Mas eu era jovem. Não é segredo para ninguém que casamos, nos separamos, casamos de novo e que, se tudo der certo, vamos ‘legalizar’ nossa situação algum dia. Mas isso é assunto para outro post.
Talvez por causa da idade, da época em que vivemos, da independência dos sexos, vejo cada vez menos pessoas se comprometerem. Relacionar-se, dá trabalho. É um exercício diário de paciência, tolerância, diálogo, respeito. Admito que dá preguiça, dá medo e que abrir mão da sua privacidade e liberdade duramente conquistadas, não é para qualquer um.
E eu, cá com meus botões, entre tantos erros e acertos, tantas brigas e reconciliações, me pego pensando que esse medo todo, paralisa. Nada do que eu supostamente perdi, chega perto do que ganhei, do que aprendi, do que compartilho. O ser humano não foi feito para ficar sozinho. A gente vê uma fila e vai logo querendo entrar. Essa é nossa natureza.
Construir uma vida a dois, compartilhar, dividir, crescer.
O post de hoje teve uma inspiração bem específica. Uma não, três. Três mulheres fortes, que disseram sim.
Cada uma disse “sim” à sua maneira: uma se casou por aqui, a outra num país distante e a terceira somando seus sonhos, seus livros e discos com o homem que ama, simples assim.
Sou uma romântica incurável, histórias de amor me emocionam sempre e saber que o amor continua na moda, me dá cada vez mais esperança de que os finais e começos felizes existem.
Um brinde às três garotas do sim. Um brinde a quem acredita no amor.
Ive, Carla e Tati. Felicidades a vocês. Hoje e sempre.
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Awww! Que lindo. Porque o amor está no mundo se a gente abre os braços e se joga!!! Beijos Dé!
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Emocionadíssima com as suas conquistas, acompanhando de longe e feliz demais por você arriscar mesmo. É isso aí: se joga!
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