Será que o “Dolce far niente” é doce?

Em tom bem-humorado e confessional, Andrea reflete sobre a dificuldade de fazer “nada” — o tão falado dolce far niente — enquanto lida com a transição profissional e a pressão interna por produtividade. Entre risadas, culpa e confusão, ela compartilha episódios cotidianos e agradece a recepção calorosa dos primeiros leitores do blog. Uma crônica sobre pausa, autocobrança e o poder das palavras.

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