Uma crônica bem-humorada e crítica sobre a rotina hospitalar vivida ao lado do pai idoso. Em meio a cadeiras de rodas emperradas, pão de queijo gourmet e salas de espera com estética de startup, a autora reflete sobre o abismo entre o discurso de “humanização” e a realidade enfrentada por pacientes e cuidadores.
Adolescência: a série, os filhos e as verdades indigestas
🎬 Adolescência é uma série curta, mas intensa, que escancara verdades difíceis sobre a vida dos nossos filhos — e a nossa também. Neste post, compartilho minhas impressões sobre a série, reflexões como mãe de dois adolescentes e um convite sincero à conversa entre pais. Se você ainda acredita que sabe tudo o que seu filho faz, talvez seja melhor não ler… ou ler com o coração aberto.
Fingir que está tudo bem não faz a dor desaparecer
Viver com Fibromialgia é enfrentar uma dor invisível que poucos entendem, mas muitos sentem. No meu caso, o diagnóstico veio após anos de consultas, exames e incertezas, enquanto meu corpo gritava por ajuda. A dor era constante, incapacitante, mas, por medo do julgamento, aprendi a sorrir e fingir que estava tudo bem. Só depois de muito tempo, um médico realmente me ouviu e comecei um tratamento que, com altos e baixos, me permitiu recuperar o controle da minha vida. Fibromialgia não é frescura, não é imaginação. É uma batalha diária contra um inimigo silencioso. Precisamos falar sobre isso, combater o estigma e abrir caminhos para empatia e compreensão. Quanto mais conhecimento tivermos, mais poderemos transformar essa realidade. 💜 #Fibromialgia #DorInvisível
Tudo pelo Amor (e um Podcast)
Celebrando amigos especiais! No post de hoje conto minha jornada na criação de um podcast para celebrar os 26 anos de casados de Carla e Irineu. Uma aventura criativa repleta de risos, lágrimas e desafios. De aprender a editar áudio a dar vida a personagens, explore como o amor verdadeiro e a amizade me inspiraram. O resultado foi tão bacana e gratificante que não poderia ficar restrito ao nosso grupo de amigos. Depois me conta o que achou!
Se eu soubesse o que hoje eu sei.
O post de hoje é bem diferente. Não é engraçado, não é leve, mas entendi que era necessário. Estamos aterrorizadas com a história horrível do anestesista estuprador e precisei escrever sobre experiências difíceis que vivenciei. O que vou contar aqui, contei aos meus filhos, para que eles entendam nossa vulnerabilidade, para que eles não admitam que isso aconteça com outros ou mesmo com eles, que são adolescentes, vulneráveis e inexperientes. Acima de tudo, que não tenham medo ou vergonha de falar, de pedir ajuda, de se defender.
