Marketing de emergência

Uma crônica bem-humorada e crítica sobre a rotina hospitalar vivida ao lado do pai idoso. Em meio a cadeiras de rodas emperradas, pão de queijo gourmet e salas de espera com estética de startup, a autora reflete sobre o abismo entre o discurso de “humanização” e a realidade enfrentada por pacientes e cuidadores.

Se eu soubesse o que hoje eu sei.

O post de hoje é bem diferente. Não é engraçado, não é leve, mas entendi que era necessário. Estamos aterrorizadas com a história horrível do anestesista estuprador e precisei escrever sobre experiências difíceis que vivenciei.  O que vou contar aqui, contei aos meus filhos, para que eles entendam nossa vulnerabilidade, para que eles não admitam que isso aconteça com outros ou mesmo com eles, que são adolescentes, vulneráveis e inexperientes. Acima de tudo, que não tenham medo ou vergonha de falar, de pedir ajuda, de se defender.

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