A pandemia da Covid-19 deixou marcas profundas em todos nós, de maneiras diversas, afetando a nossa saúde mental, nossos hábitos e rotinas diárias. Embora eu não tenha contraído a doença, os efeitos psicológicos foram inegáveis e profundamente pessoais. Durante o isolamento, vi meu ritmo de leitura — que era de pelo menos um livro por semana — reduzir drasticamente. Parei de escrever também.
Este espaço, dedicado a séries, shows, e músicas, é mais do que uma vitrine de recomendações; é minha plataforma de reencontro comigo mesma. Aqui, expresso minhas opiniões de forma descompromissada e utilizo cada post como uma etapa no meu treino de escrita. Meu objetivo é compartilhar não só o que me emociona ou intriga, mas também revigorar a prática que define parte de quem sou.
Espero que você encontre tanto prazer em ler essas linhas quanto eu encontro em escrevê-las. Vamos descobrir juntos o poder curativo das palavras e das histórias que ainda têm o poder de nos conectar.

Adolescência: quando o espelho é desconfortável.
Neste texto, aproveito o impacto da série para refletir sobre os desafios de criar filhos na era digital. Um convite sincero ao diálogo, sem fórmulas prontas, mas com muita escuta e empatia.

Descubra como “The Bear” transforma o caos de uma cozinha em uma metáfora intensa para dramas familiares e superação pessoal.

Ah, mas eu ando tão cansada…
Gente, eu pergunto: quem está tranquilo, descansado, vivendo uma vida pacata? Quem está tinindo, com saúde mental em dia, feliz com seu próprio peso, se exercitando bastante, cuidando bem da saúde?

Esta semana, mergulhei em uma jornada nostálgica assistindo ao documentário “A noite que mudou o Pop”.

Doramas, séries asiáticas, estão bombando na Netflix e não é por acaso. São super produções, estórias bem contadas, que nos levam a um novo mundo.

A fascinante trajetória de três mulheres nada comuns que não se contentaram em ser apenas coadjuvantes da história. Só digo isso: imperdível!

Conheça a maravilhosa Julia Child, precursora de todos os programas de culinária da TV, como conhecemos hoje.
We crashed (Apple TV)

Como ficar milionário antes dos 30 anos? Como convencer investidores experientes a colocar milhões de dólares em um negócio, tendo como única garantia uma boa ideia e o carisma de seus criadores?
Duas histórias reais que deixariam qualquer roteirista de ficção com muita inveja.
