Nesta crônica bem-humorada e confessional, a autora desmonta clichês sobre felicidade e assume: seu humor depende dos hormônios, do dia do mês e de uma dose honesta de autoironia. Entre altos de serotonina e baixos de progesterona, ela compartilha sua fórmula nada mágica — mas muito real — para ser feliz sem obrigação.
Acumuladora sim, com orgulho. Só não mexa nas minhas gavetas!
Entre armários desorganizados, sapatos demais e sentimentos empilhados, a autora assume — com humor e honestidade — sua natureza acumuladora. Em tempos de minimalismo e desapego como virtude, ela desafia a ideia de que arrumar gavetas resolve a vida. Uma crônica leve, engraçada e profundamente humana sobre a bagunça que nos habita.
Será que o “Dolce far niente” é doce?
Em tom bem-humorado e confessional, Andrea reflete sobre a dificuldade de fazer “nada” — o tão falado dolce far niente — enquanto lida com a transição profissional e a pressão interna por produtividade. Entre risadas, culpa e confusão, ela compartilha episódios cotidianos e agradece a recepção calorosa dos primeiros leitores do blog. Uma crônica sobre pausa, autocobrança e o poder das palavras.
