Entre armários desorganizados, sapatos demais e sentimentos empilhados, a autora assume — com humor e honestidade — sua natureza acumuladora. Em tempos de minimalismo e desapego como virtude, ela desafia a ideia de que arrumar gavetas resolve a vida. Uma crônica leve, engraçada e profundamente humana sobre a bagunça que nos habita.
