Nesta crônica bem-humorada e confessional, a autora desmonta clichês sobre felicidade e assume: seu humor depende dos hormônios, do dia do mês e de uma dose honesta de autoironia. Entre altos de serotonina e baixos de progesterona, ela compartilha sua fórmula nada mágica — mas muito real — para ser feliz sem obrigação.
